quinta-feira, 6 de agosto de 2009

CANÇÃO DOS VIRGENS


Pálida à luz da lâmpada sombria
Sobre o leito de flores reclinada.
Cândida ela dormia;
Seu coração nada dizia,
Mas ela amava.

Tanta música e cinema,
Tantas poses no cartaz,
E ela,flor ingênua,
Morando num poema.

A virgem sem mácula deixara
O seio à mostra,acolhedor,
E os suspiros do amante
A acompanham ao longe.

Ele aproxima-se.Não a macula.
Movem-se apenas os seios
Sendo o emblema da candura
Da pura,a ressonar.

O amante a admira
C'o a face de Ariel,
Ele a tremer inclina-se,
E vê-la rir-se,a sonhar
Co'os anjos do céu.

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